
Depois de mais de 20 anos fincando raízes no Assentamento Paulo Freire II, cerca de 40 famílias enfrentam a possibilidade de serem despejadas.
A terra, ocupada a partir de um acordo entre INCRA, o Governo do Estado da época e os próprios assentados, tornou-se a fonte de sustento e o lugar onde criam seus filhos.
Com financiamentos e investimentos feitos ao longo dessas duas décadas, os moradores dizem se sentir injustiçados pela decisão e vivem dias de angústia, depositando esperança na sensibilidade das autoridades para que se encontre um desfecho justo para todos.
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Fonte Rondônia por dentro






